terça-feira, 13 de outubro de 2009

Cansada...

...vazia!

Precisa-se de ajuda.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Pareces tu querer-me castigar de alguma coisa. Só não sei de quê. Pensa bem se o castigo não será para ti também...eu não estarei cá para sempre

Mau estar permanente

"Você não vale nada mas eu gosto de você"...é mesmo isto que eu tenho vindo a sentir em relação a ti, a mim. Pena só dar conta do quento tu não vales agora, antes andava iludida. Em função de ti anulei-me por completo a mim, passei a viver para ti...para quem nunca me deu valor.
Este amor virou doença, esta doença me consome...este amor faz-me doer mais o coração do que se este estivesse sozinho.
Não te entendo...entenderás tu a mim? Não me parece.
Estou a tentar aguentar, mas não sei por quanto mais tempo, sou um balão prestes a rebentar.
Mas no fundo amo-te...ou acho que te amo.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

AMOR/DOENÇA

domingo, 6 de setembro de 2009

Há dias em que me sinto tão sozinha, tão abandonada por ti :(
Onde estás tu quando eu preciso desesperadamente de ti?
Onde estás quando tenho tantas perguntas para te fazer? Agora que tenho coragem para as fazer..tu não estás. Amanhã será tarde demais.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Venenosas

A minha vida é uma animação...ou talvez não. Mas que é agitada, lá isso é.
Então eu a pensar que só tinha de te dividir com a tu namorada, afinal tenho de dividir também com a empregada e com...a amante do meu ex. sogro. Está bonito isto, está.
Podiam ao menos ser-me úteis com esse veneno todo que andam a lançar.
Falhadas.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Erros

Há erros que se cometem vezes sem conta, repetidamente, porque apesar de inúteis e repreensíveis, não são controláveis e o auto-controlo é custoso de gerir...depois, vêm aqueles que só acontecem as vezes que quisermos, se quisermos. E, mais tarde quando recordamos, obrigamo-nos- a fazer ou não fazer, ou a deixar estar, simplesmente- com o passar do tempo obrigamo-nos cada vez mais, até que, quando chegamos ao final, nos apercebamos do ridículo que foi obrigarmo-nos.